Você perguntou
minha opinião sobre a atitude dos Estados Unidos na guerra
contra o terrorismo e o tremendo poder que esse país detém,
como poder hegemônico atual. Eis minha opinião. Se se
refere ao tremendo poder dos Estados Unidos, acho que o mundo tem
muita sorte em que este poder esteja nas mãos de um país
democrata, amante da liberdade e dos direitos individuais.
Nunca houve uma guerra entre dois países democratas.
Devido ao regime político, seria impossível aos
Estados Unidos fazer uma guerra de conquista. Apesar de seus
muitos defeitos (corrigíveis), a democracia é ainda
a maior conquista do homem no sentido ético. Não é
a religião.
Os Estados Unidos, no último século, depois de
consolidados, não ocuparam nenhum território pela
força. A Luisiânia e o Alaska, foram comprados. O
Havaí passou a fazer parte dos Estados Unidos por meio de
um plebiscito, aprovado por 97% da população. Os
Estados Unidos compraram as
Filipinas da Espanha e a libertaram. Invadiram Granada, Panamá
e Haiti ( protetorados ) para restaurar a democracia. Dominaram a
Europa e o Japão na Segunda Guerra Mundial e proporcionaram
o progresso às nações dominadas, que hoje se
encontram entre as mais prósperas do mundo.
Enquanto os Estados Unidos faziam o Plano Marshal para reerguer
a Europa Ocidental, a União Soviética cobrava
pesadas reparações de guerra à Alemanha
Oriental, reduzindo-a à miséria. Algum maluco acusou
os Estados Unidos de desejarem incorporar territórios,
quando o General McClarck, chefe das operações na Itália
na Segunda Grande Guerra, respondeu: "Não queremos da
Itália senão um pedaço de terra: o suficiente
para enterrarmos nossos mortos".
Mesmo esquecendo a incomensurável contribuição
dos Estados Unidos para a ciência, a tecnologia e a defesa
dos ideais democráticos e liberais, temos que reconhecer
que foram os Estados Unidos que decidiram a primeira e a segunda
guerra mundial a favor dos países livres e contra a
ditadura alemã. Ao contrário, foi a Rússia
que iniciou a primeira guerra mundial e também a segunda,
esta por meio de um plano sinistro com Hitler. A Alemanha invadiu
a Polônia pelo oeste e os comunistas invadiram a leste.
Ajudando a Inglaterra, mesmo antes de entrar no conflito, os
Estados Unidos ajudaram a ganhar a Batalha da Inglaterra, que
liquidou com grande parte da aviação nazista.
Depois, ajudando a Rússia, evitaram que os nazistas
tomassem a União Soviética.
Depois, os Estados Unidos empreenderam um esforço
permanente para evitar o expansionismosoviético, a começar
da Reunião de Breton Woods, onde foram fundados os bancos
de fomento, WB e IMF, para evitar a miséria em muitos países,
que é um caldo de cultura excelente para a invasão
do totalitarismo vermelho. A recuperação do Japão,
e da Coréia do Sul, promovida pelos Estados Unidos, também
foi um esforço para evitar o expansionismo soviético
no lest asiático.
Várias ditaduras surgiram no mundo como reação
ao expansionismo soviético, a começar do fascismo,
na Itália e no nazismo, na Alemanha (se não fosse o
expansionismo soviético, não teríamos nem
fascismo nem nazismo). Depois, tivemos reações ao
comunismo, muitos deles com ajuda americana, na Espanha, em
Portugal, no Brasil (1935, 1964 e 1968), no Uruguai e em outros países
sul-americanos. Os Estados Unidos se empenharam também no
Coréia do Sul e no Vietnam, quando tiveram que enfrentar a
China e União Soviética, em guerra por procuração.
Finalmente, abandonaram o Vietnã sob pressão da
população americana. Eles não perderam a
guerra, apenas se retiraram. Não se pode dizer que perdeu a
guerra um país que, para cada baixa, causou mais de vinte
baixas no adversário.
Não fora os Estados Unidos, hoje o mundo inteiro estaria
debaixo do tacão das botas dos comunistas. Não
existe preço para isto, pois o comunismo é a pior
desgraça que pode ocorrer a um país.
Imagine se o poder hegemônico que hoje tem os Estados
Unidos estivesse nas mãos doscomunistas! Eles invadiriam o
mundo, com tanques de guerra e exércitos, a fim de explora
todas as nações, como fizeram com no Leste Europeu.
Depois, implantariam o regime de esquerda, que levou à ruína
todas as nações em que foi tentado, além do
genocídio, dos campos de trabalho forçado, da rede
infernal de mentiras sobre todos os assuntos.
Precisamos julgar as nações, e as pessoas, pelo
que fazem, e não pelo que dizem. Se cometermos a estultice
de julgar os esquerdistas pelo que dizem, concluiremos que eles,
no governo,proporcionarão justiça social, igualdade,
respeito aos direitos humanos, fraternidade - o verdadeiro paraíso
na terra. No entanto, toda esta demagogia não passa de um
truque para conquistar o poder. Assim que usurpam o poder
estabelecem o mais cruel totalitarismo, aniquilando e torturando
todos seus inimigos. A União Soviética, obcecada com
a idéia de igualar a produção industrial
americana, estabeleceu milhares de campos de trabalhos forçados,
principalmente na Sibéria em temperaturas que podiam chegar
até a 60 graus negativos.
Só o gulag de Vorkuta tinha mais de 400 mil escravos. As
cidades eram obrigadas a manter cota de escravos a serem enviados
para os campos de trabalhos forçados para substituir os que
morriam devido aos maus tratos ou de fome. Os escravos (os
trabalhadores, em nome de quem foi instituído o comunismo)
eram obrigados a cumprir cotas de produção, sob pena
de não receberam a mísera refeição
(algumas fatias de pão preto e sopa rala) e morrerem de
fome. Para as cidades fornecedoras de escravos era fácil
cumprir as cotas. Bastava acusar as pessoas de "inimigas do
povo" ou "lacaios do imperialismo americano" ou
outras bobagens.
Havia também mulheres nos gulags, e o serviço era
tão pesado que seus úteros saíam para fora e
elas eram obrigadas a trabalhar com os úteros dependurados.
(Tenho reprodução do desenho de um guarda de um
desses gulags, já que não se permitiam fotografias
ali.) Este é o comunismo real, o ideal de Lula e seus
bandidos do PT, na maioria treinados em terrorismo na ilha-presídio
de Cuba, como o José Dirceu. Esta é a JUSTIÇA
SOCIAL da esquerda.
Será que eu sou maniqueísta ou será que a
verdade é que é dura demais para ser aceita? Se
quiser, posso lhe mostrar documentos e filmes sobre os gulags,
sobre a construção da Estrada de Ferro Stalin, em
que morreram milhares de escravos, sobre o monstro Mao Tsé-tung,
sobre o açougueiro Pol Pot e outros. Todos eles estavam à
procura do comunista perfeito. Pol Pot fazia coleção
de crânios, matou um terço da população
de seu país e não achou o comunista perfeito (o
jornal da Globo mostrou o museu de crânios de Pol Pot). Se
quiser assistir a uns vídeos horripilantes sobre os
vermelhos, venha até minha casa que terei o prazer de mostrá-lo.
As pessoas, principalmente os empresários (que mais
teriam a perder com a esquerdização do País)
preferem enfiar a cabeça na areia e não enxergar o
que está acontecendo. Como denunciou o Professor Olavo de
Carvalho, está em ação um plano sub-reptício
de conquista do Brasil para as idéias de esquerda. Não
se trata de conquista de território, porém de
conquista da opinião pública. O objetivo é
que o País se torne comunista aos poucos, de maneira que
ninguém perceba.
Pensa que estou vendo fantasmas? Este plano já está
em adiantadíssima fase. Os sindicatos, os professores, os
intelectuais, os jornalistas, muitos empresários, já
rezam pela cartilha de esquerda. A escola pública foi
colocada a serviço da pregação marxista e os
professores são "capacitados" (doutrinados) para
fazer a lavagem cerebral dos alunos. Se quiser, posso lhe mostrar
alguns livros adotados nas escolas primárias e secundárias
do Brasil, atualmente. Cheios de mentiras, consideram os empresários
privados como bandidos, e os burocratas do governo como anjinhos
cheiros de patriotismo. Quando citam alguns heróis de nossa
história é para ridicularizá-los. E exaltam
os guerrilheiros assassinos ( especialmente do MST ). Dizem que a
intentona comunista dos anos 35, que assaltou mercados no
Nordeste, que assassinou vários militares é uma
mentira que nunca existiu. Esta mentira é até
ensinada no Telecurso 2000, transmitido pela televisão,
patrocinada por órgãos de classe dos empresários,
como FIEMG, etc.
Como os comunas sempre procuram manter a população
na ignorância (para não ameaçarem seu poder),
inventaram uma tal de Escola Plural, inspirada em princípios
do cubano Miguel Arroyo, que veio a Belo Horizonte a convite do PT
para implantar esta nova visão da deseducação.
A Escola Plural visa resolver o problema da repetência da
maneira mais imbecil: passando todo mundo, até débeis
mentais. Além disso, na Escola Plural, o professor não
pode repreender os alunos (o princípio da quebra da
autoridade em ação) que se tornam cada vez mais
atrevidos. Alguns alunos até ameaçam de morte os
professores. Isto aconteceu com dois sobrinhos meus, que até
mudaram de profissão.
Enquanto isso, o Governo Itamar faz propaganda na televisão
sobre a "qualidade" do ensino em Minas e na "capacitação"
(realmente doutrinação) de milhares de professores.
Completando o cerco, os bandidos que tentaram subverter o País
em 1964 estão sendo recompensados com "indenizações"
pagas com o dinheiro da população e ex-terroristas,
como Aloísio Nunes, ex-chofer do perigosíssimo
Marighela, é ministro... da JUSTIÇA!
A verdade é que o comunismo, que está sendo
implantado no Brasil, é a volta da barbárie. É
uma religião fanática e, como todas as religiões
fanáticas, desperta o que há de pior nas pessoas
(bin Laden que o diga).
Perguntaram a Leonardo Boff sua opinião sobre o atentado
de bin Laden. Cheio de ódio e de estupidez, como sói
acontecer com fanáticos, principalmente de esquerda, ele
respondeu: "Lamento que, em vez de três aviões,
não fossem 25, pois assim matariam mais americanos,
aliviando o sofrimento dos pobres das favelas do Brasil".
Não dá para entender o raciocínio do
ex-frade franciscano. Como concluiu ele que matar americanos
alivia o sofrimento dos pobres do Brasil? Por que ele não
se preocupa com a miséria de Cuba e da Coréia do
Norte, onde o governo está até ensinando o povo a
comer grama, onde foram aplicados os princípios que ele
defende? Seria exagero dizer que o ex-frade está
completamente esquizofrênico?
O mundo jamais pagará aos Estados Unidos a dívida
que lhe deve. É um país admirável sobre todos
os aspectos, não porque sejam americanos, pois não
existe a raça americana. Todos são absorvidos pelo
grande sonho americano de um país livre, de oportunidades
ilimitadas, resultado de milhares de anos de evolução
das idéias democráticas. Se tirarmos a contribuição
dos Estados Unidos ( e de outros países capitalistas ) para
a civilização, o mundo voltaria à Idade Média,
ou antes.
O prodígio americano é realmente a vitória,
não de um país, mas da humanidade, pois este país
demonstrou a potencialidade do ser humano quando sujeito a um
clima de liberdade.
Os Estados Unidos são a concretização dos
sonhos de liberdade que nasceram na Inglaterra e na França,
nos séculos XVII e XVIII, nas mentes privilegiadas dos
iluministas, como Adam Smith, Locke, Newton, Hume, Voltaire,
Montesquieu, Diderot, Thomas Jefferson, Thomas Paine, Tocqueville
e tantos outros, de uma safra de gênios que não mais
se repetiu.
No século XX tivemos, em contraste, uma safra de açougueiros,
com Lênin, Stalin, Mussolini, Hitler, Mao Tsé-Tung,
Pol Pot, Fidel Castro, Hosxa, Ulbricht, Honnecker, Saddam Hussein,
bin Laden, et caterva. No entanto, esses açougueiros, hoje
em dia, no Brasil, têm muito mais adeptos que os gênios
do Iluminismo. Ao contrário, a palavra "Liberal",
que define a linha política dos iluministas e , no Brasil,
grandes nomes como Tiradentes, Ruy Barbosa, Roberto Campos, Henry
Maksoud e J. O. de Meira Penna, virou palavrão, por causa
do trabalho de sapa da esquerda.
O comunismo representa a renúncia a toda a evolução
social ocorrida no ocidente, com a colaboração de
tantos gênios, e a adoção da barbárie
dos novos gêngis-cãs do oriente. A riquíssima
tradição européia já foi jogada fora
nos livros das escolas públicas no Brasil que, em vez da
Revolução Francesa ( que acabou com o absolutismo ),
estudam a Revolução Russa ( que trouxe o absolutismo
de volta ) , em vez de Montesquieu ( paladino da democracia-divisão
de poderes ), estudam Prestes e Olga Benário ( paladinos do
totalitarismo ), em vez de Caxias, estudam Che Guevara, em vez de
Emanuel Kant, estudam Marx e Lênin, em vez de Pietro Ubaldi,
estudam Leonardo Boff e Frei Betto, mentor do Lula, o
tetra-candidato.
Rejeitar os Estados Unidos significa alinhar-se com aqueles
bandidos, que chacinaram, no século passado, quase duzentos
milhões de pessoas, além de provocarem as guerras
mais bárbaras de toda a História. Quando a mim, fico
com os iluministas e muito me orgulho de ser liberal, como eles, e
envergonhar-me-ia de ser de esquerda, como Stalin, Mao Tsé-tung,
Pol Pot, Maighela e Lula.
Eis o resultado prático do liberalismo: com apenas 6% da
população mundial, os Estados Unidos são
responsáveis por mais de 40% da produção econômica.
Isto se explica por apenas duas palavras: liberdade econômica.
Quanto à Rússia, com toda sua rede de intrigas e com
o fracassado comunismo, tem um PIB cerca de metade do Brasil, um
país (o nosso) que não tem governo... tem quadrilha.
Os Estados Unidos produzem cerca de 40 vezes mais que o Brasil e
80 vezes mais que a Rússia, que é o maior país
do mundo, com as maiores reservas minerais, que prometia
ultrapassar a produção americana em 1970 ( que
piada!!! ).
Apesar de seus defeitos, o capitalismo ( ou economia de livre
mercado ) é o regime que proporcionou mais dignidade e
maior distribuição de renda à população.
Tem muitos defeitos, mas, utopias à parte, é o menos
ruim que existe, como observou Churchill. O Estado hipertrofiado,
como preconizado pelas esquerdas, tem muito mais defeitos que o
mercado. Como disse o grande estadista americano Thomas Jefferson:
"O Estado não é a solução. O
Estado é o problema!)
As ideologias de esquerda só têm promessas. Aponte
um único exemplo em que tenha beneficiado um povo. Na prática,
é a volta da barbárie.
Acabo de ouvir pela televisão que 25 famílias da
Coréia do Norte pediram asilo em um embaixada, se não
me engano, da Espanha. Este é um fenômeno comum.
Apesar de toda a opressão de um Estado policial, as vítimas
de paraísos socialistas estão sempre tentando fugir
para os paises capitalistas. Um terço de Cuba já
fugiu para os Estados Unidos e outros cubanos continuam tentando,
apesar da vigilância do exército cubano, que afunda
as jangadas, construídas com portas, mesas e janelas,
atirando nelas sacos de areia e jogando os tripulantes aos tubarões
do Caribe.
Em Berlim tiveram que fazer um muro, guarnecido por
metralhadoras, para evitar a fuga do "paraíso
comunista" para o "inferno" capitalista, além
de centenas de quilômetros de fronteiras protegidas com
arame farpado. Na Albânia, outro "paraíso"
comunista, também ocorreu a fuga em massa. Primeiro, para a
Itália. Depois para Côsovo. Depois para Macedônia
e outros países do leste europeu. Dizem que, na Alemanha,
eles cometem crimes, pois preferem ficar em uma cadeia capitalista
que em um "paraíso" comunista. Será que
esta fuga em massa de países comunistas não quer
dizer nada? Por que não fogem de países capitalistas
para países comunistas? Será que teremos que
experimentar o Lula e seu séqüito de fósseis
ideológicos, para reduzir o Brasil a uma miséria típica
dos países socialistas, para ficarmos livres desta ameaça
vermelha que não pára de nos atormentar?
Quanto à resposta dos Estados Unidos ao covarde e estúpido
ataque terrorista de 11 de setembro, acho que está agindo
de maneira admirável, muito ponderada e eficiente. Espero
que acabem logo de exterminar aqueles bandidos paranóicos
da Al Qaeda. Depois, é preciso caçar outros
marginais, como Saddam Hussein, o ditador da Coréia do
Norte e Fidel Castro (o chefe do Lula, do José Dirceu e do
Garotinho), que continua a promover guerrilhas vermelhas por todo
o lado.
Como disse o barbudo das Antilhas: "Recuperaremos na América
Latina o que perdemos no Leste Europeu". Vamos deixar que
isso aconteça?
Huascar.